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Magal o Exterminador de tristezas
E aí manooo! Tudo bem? O bordão, característico do Magal o Exterminador de Insetos, é conhecido de toda Planaltina – DF. Com sua roupa camuflada ele anda por toda a cidade e é reconhecido por todos. Nascido na Paraíba em 1955, Ivanildo Pereira Batista,seu nome de batismo, chegou a Brasília em 1967 aos 12 anos. Foi morar com a família, pai, mãe e mais cinco irmãos em Sobradinho, na antiga quadra 19. “Saía de manhã para vender amendoim com meu irmão. Íamos para a rodoviária de Sobradinho, que na época era de madeira. Além do amendoim eu sempre levava comigo minha escovinha de engraxate. Sempre estava fazendo uma coisa e outra” diz Magal. Magal é um personagem e tanto. Para entender o quanto de Ivanildo tem em Magal e vive-versa é preciso continuar acompanhando a estória. “Em 1970, mudamos para Planaltina. Fomos morar no Buriti.” A vida segue e em 1975 surge a oportunidade de trabalhar na SEG- Serviços Especiais de Guarda, como vigilante.Mas não pode assumir a função.”Eu precisava providenciar os meus documentos, mas não tinha dinheiro. Pedi ao meu irmão, que também não pode me ajudar. Então veja só a situação: tinha um trabalho, mas não podia assumir por falta de dinheiro para os documentos.” Foi aí que amigos entraram apareceram para ajudar. E Magal continua: “A Embratel estava instalando torres de telecomunicações no interior de Goiás. Então alguns amigos me chamaram para trabalhar lá. Fiquei na dúvida. Minha mãe não queria que eu fosse, mas era a chance de conseguir o dinheiro para arrumar os documentos. Passei uma temporada difícil, senti saudades da família, mas tudo tinha um propósito.Quando terminei o trabalho, tinha o dinheiro para arrumar os meus documentos”, completa Magal. O apelido Magal surgiu por gostar de dançar imitando o cantor Sidney Magal. Os amigos gostavam, pediam para imitar nas festas, nos bailes. “Servia para espantar um pouco da minha tristeza, e também para deixar de ser fechado” diz Magal. Outro ídolo foi John Travolta e o personagem de “Embalos de Sábado à Noite” o pintor Tony Manero.”Eu imitava tudo, até o jeito dele andar , as roupas”. A irreverência e a facilidade de lidar com as situações difíceis com o humor o ajudaram até no trabalho. ”Eu trabalhei uma época no Instituto Candango, cuidando dos jardins. A gente chegava com as mangueiras, parava o transito e o pessoal reclamava. Aí eu resolvi me fantasiar, me vestir de mulher. Foi um sucesso! Até na televisão apareci!” conta dando uma risada. Política Magal conta que entrou na política por causa das pessoas. “Não entrei para a política para ser eleito e depois esquecer quem eu sou, de quem me colocou lá”diz ele e continua: “Temos que trabalhar para o povo, para que as pessoas possam comprar o que quiser e não ficar dependendo de cestas básicas. Já pensou você não poder escolher o que vai comer?”completa.
Escrito por escrito por NaNa às 14h01
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Faz muito tempo que passei por aqui. Então para parar de reclamar, vamos aos posts. Vou retomar a função riginal deste blog, que era para falar sobre os lugares que conheci, então, como esta semana a cidade de Planaltina, DF. completou 149 anos....
Planaltina,149 anos Por Rosana Oliveira
Mestre D’Armas, Altamir, Planaltina. A mais antiga cidade do DF completa 149 anos. Um século mais antiga que a capital federal, pela região de Planaltina passaram bandeirantes, tropeiros, a estrada Real do Planalto, o caminho para o desenvolvimento.
Planaltina é berço de duas importantes bacias hidrográficas do Brasil: do rio Tocantins e rio Paraná. As “águas emendadas” formam um singular fenômeno de dispersão de águas bem no meio do cerrado. A partir de um mesmo ponto as águas do Córrego Vereda Grande deslizando suas águas cristalinas para o norte, encontra o Rio Maranhão que vai alimentar o caudaloso Rio Tocantins. Para o sul, o Córrego Brejinho engrossa o Córrego Fumal, deste para o Rio São Bartolomeu, depois Corumbá, desaguando no Paranaíba e formando então o Rio Paraná.
A tradição conta que o primeiro nome do povoado, Mestre D’Armas, deveu-se a um mestre armeiro que se estabeleceu na região. Caminho de tropeiros que seguiam pela “Picada da Bahia”, a região começou a atrair muita gente. Foi assim com José Gomes Rabelo, que se tornou proprietário da Fazenda de mesmo nome e é apontado como fundador da cidade.
O povoado passa a ser distrito de Luziânia em 1834 com o nome de São Sebastião de Mestre d’Armas. No dia 19 de agosto de 1859 por meio da Lei Provincial nº: 03 é criado em definitivo o Distrito de São Sebastião de Mestre d’Armas já incorporado ao município de Formosa – GO.Mais um decreto, esse de 19 de março de 1891 eleva o distrito a município. Em 1910 a cidade teria seu nome mudado para Altamir, e em 14 de julho de 1917 foi renomeado em definitivo chamando-se Planaltina.
A Missão Cruls, encarregada de levantar as informações para a mudança da capital, chega em Planaltina. Seus membros se hospedam onde hoje é o Museu Histórico e artístico de Planaltina. A área definida pelo chamado “Polígono Cruls” engloba áreas do então município de Goiás. Planaltina passa a sonhar com a possibilidade de abrigar a nova capital. O sonho seria desfeito com a escolha do “Sítio Castanho”, local onde hoje se localiza o Plano Piloto. Planaltina perdeu a sua autonomia, passando a ser uma região administrativa do Distrito Federal
A busca da modernidade, com um pé na tradição
Planaltina tem 180 mil habitantes. Além dos descendentes das tradicionais famílias goianas que aqui estavam, a cidade recebeu um grande número de candangos, gente que veio buscar aqui uma nova oportunidade. A cidade tem uma grande área rural. Tem a maior produção de pimentão do país e uma importante produção de grãos. A produção de leite e derivados também é expressiva. Mas ao mesmo tempo sofre com inúmeros problemas, como infra-instrutora e transportes.
Depois da construção de Brasília e o aumento da população local, foram feitas algumas tentativas de organização do espaço urbano de Planaltina. Em 1966 foi elaborado um Plano Diretor com objetivo de criar novos espaços institucionais e ao mesmo tempo preservar os espaços antigos e as tradições culturais da cidade. AVila Burtis – Setor Residencial Leste - surge em 1971, para abrigar moradores da antiga Vila Tenório, no Núcleo Bandeirante. O fato desagradou alguns dos moradores mais antigos. Então foi previsto um “cordão de isolamento” constituído pelos prédios instrucionais , onde estão Hospital, a Rodoviária, o Estádio Adonir Guimarães, o Fórum e a Administração Regional. Ainda em 1969 surge o Vale do Amanhecer, fundado pela médium Neiva Chaves Zelaya, a tia Neiva.
As décadas de oitenta e noventa foram marcadas pelo aumento das ocupações irregulares. Nesta época surgem o Arapoangas, Mestre d’Armas (Estâncias I a V, Estância Planaltina,) e Aprodarmas.
Na mesma época surge o Jardim Roriz, este um assentamento urbano organizado pelo GDF. Em 149 anos, Planaltina passou de município autônomo a região administrativa do Distrito Federal, de possibilidade de abrigar em seu território centenário a nova capital da república, a RA 6, muitas vezes considerada mais distante do que as outras. Em 149 anos a cidade viu muitas de suas tradições arrefecerem e resurgirem com toda a força, como a Festa do Divino. Viu o surgimento de novos setores, três faculdades particulares e o campus da UnB. Viu, e ainda vê, seu casario histórico sendo vencido pelo tempo, ao mesmo tempo casas modernas ocupam o lugar. Assim Planaltina segue firmando sua identidade. Como o curioso fenômeno que dá nome a unidae de conservação “Aguas Emendadas” a cidade caminha em duas direções: em busca da modernidade, com um pé na tradição. (artigo originalmente publicado em http://www.classificadaodf.com.br/noticias/cidade/149anos.html)
Escrito por escrito por NaNa às 22h01
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De geografia, gulodices e saudades
Eu estava dando uma olhada em um site de uma pamonharia no Sudoeste, quando um suco anunciado no cardápio me fez sentir aqueles cheiros, sons que você sabe que não estão ali, que ninguém mais está sentindo além de você. Na lista dos sucos, estava escrito: suco de milho verde. Tudo bem, você nunca tomou suco de milho verde, já fez aquela cara de cruzes! que horror. No máximo está pensando:"ela está enganada, deve ser mingau..." Não é não, é suco mesmo.. tomei a primeira vez há muito tempo atrás, em uma galáxia distante, em um país chamado Pará... E tinha também sorvete, picolé de milho verde... Tanta coisa boa.. Por causa da lembrança das delicias do milho verde, me lembrei das tardes de outubro(estamos quase no fim do Círio)de tomar sorvete de tapioca, comer vatapá na banca perto da sede da OAB... do sorvete da Caíru, do por-do-sol em Icoaraci.Falar na chuva já é esperado, todo mundo que vai a Belém ter que falar nela. Antes tinha hora certa, lá pelas duas..Na "hora velha", porque horario de verão em Belém não existe. A Praça da República com as mangueiras centenárias. Belém me deu três das coisas mais preciosas da minha vida. E para mim vai ser sempre sagrada, porque recebeu meus pais para sempre....
Escrito por escrito por NaNa às 14h08
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Olhos negros enormes que me olhavam como se me conhecessem de longa data retribuo o olhar e digo: Bem vinda! seremos amigas? Ela responde: _ não sei não me conheço ainda....
Escrito por escrito por NaNa às 21h46
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Para os namorados de sempre
Não tem nada mais chato do que passar o dia 12 de junho vendo essas propagandas de tv, cheias de gente melenta, cheias de coraçõezinhos, cupidinhos...Arre! É chato, é brega, é tudo de ruim! Calma, não é mais um post de uma frustrada sem namorado! Eu tenho namorado e pasmem, ele é o mesmo a 18 anos! E essa é a razão do meu post. Para os namorados de sempre. Para quem sempre acorda junto, mesmmo que não seja na mesma casa. Para quem divide sala, quarto e cozinha. Memórias, brigas, unha quebrada, ressaca e tpm. Para quem acha que cada dia é bom, outros nem tanto e que deveria mesmo é ter ficado com o casa do 502, que além de gato sua mãe achava um partidão. Ou então om aquela lourinha sardenta, tudo bem que meio gordinha, mas que não tinha essa mania irritante de dar palpite no seu jogo de futebol e te lembrar pela milésima vez que o único jogo de pc que vc conhece é versão para DOS do space invaders. Para os namorados de sempre. Ele já te viu fazendo depilação. Ela já te viu de porre. Agora resolveram malhar juntos. E juntos reclamar do barulho do som dos moleques. E não é que dá pra colocar todos os cds do Cure no Mp3 Player? Qual o problema? Também gosto de LinkinPark tá? Para todos os que se encontram além das datas e além da vida! Feliz dia dos namorados!
Escrito por escrito por NaNa às 10h40
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Construção e reconstrução ou como descobir o seu carma
Como tenho pensado muito no que é finito, tenho também pensado naquilo que nos diferencia como pessoas, umas das outras. Penso que um pouco é saber o lugar que ocupamos no mundo, que não viemmo aqui a passeio, e que, para fazer valer a pena, já que o fim é inevitável, é importante pensar no papel que temos nessa encenação enorme, que não conhecemos o diretor e que o enredo muitas vezes parece confuso. Assim, com saber qual seu carma, qual sua missão?Me falaram uma vez que eu deveria observar o que se repete na minha vida; que situações parecem sempre uma espécie de dèjávu.Nem foi preciso pensar muito. Estou sempre construido/reconstruindo e muitas vezes descontruindo (alerta! desconstruindo, não destruindo!) coisas, meu carma então deve ser esse. Faço isso de forma literal, gosto de reformar, reciclar coisas; construí familia(que coisa mais cafona de se dizer rsrsrs)aliás, filhos eu estou "construindo"quatro: os três biológicos e uma que me foi enviada, só para comprovar a minha tese. E já me descontrui e reconstrui várias vezes. A última foi no ano passado. Uma cirurgia que me tirou mais do que um rim doente; retirou uma certa pasmaceira que vinha se instalando. As mudanças(as geográficas e as outras) também servem para aprimorar esses processos. Para deixar mais claro o meu carma, sou de escorpião: renascimento, morte, renascimento é coisa que todo escorpiano conhece bem. Por fim construo, desconstruo e reconstruo minha vida profissional, que vai bem, obrigada. Com isso aprendi(correção, estou aprendendo) que tudo isso faz parte de um processo. Não garante a vida terna, nas me deixa um bom saldo para a eternidade.
Escrito por escrito por NaNa às 15h30
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Bom dia pessoas! Faz muito tempo que não passo por aqui, para conversar com os amigos. Foi tanto tempo de "janela fechada", que muitos devem pensar que não moro mais aqui. Ultimamente tenho pensado muito na finitude das coisas. Um amigo disse queisso é inevitável com o passar do tempo. Só que as vezes parece que ele não passa, parece que escorre entre os dedos... E a sensação de que o fim é logo ali chegou com força este fim de semana. Perdemos um grande amigo. Não um amigo de longa data ,mas um amigo de datas longas.Amigo de chegar em casa e se derramar em carinhos e atenção. Amigo de quem a gente adota os filhos e adota os nossos, amigo de muitas conversas e silencios cheios de significado e aprendizado. Nosso amigo Valter, Teco para nós, era assim. Alguém que saboreava vida em goles ávidos e generosos. Alguém que sempre estava disposto a compartilhar o seu passeio pelos muitos mundos. Roraima, Brasilia, Estados Unidos ou Porto Nacional, qualquer lugar era seu lugar, porque ele era o lugar. Fica dessa pessoa querida, rica, generosa, a melhor tradução em pessoa que eu conheço: minha "sobrinha" Ashila, Yuri, Yugo , Zagma. Força queridos!
Escrito por escrito por NaNa às 09h47
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Boa vizinhança
Eu tenho um cachorro. O nome dele é Zeus. Ele é uma gracinha. Gosta de corre, lamber cavar, latir, brinca muito comigo e com meus filhos. Ele tem nove mese, é marrom, com uma mancha branca no peito.Ah ele tem olhos castanhos muito "pidões". Quando eu brigo, ele abaixa as olrelhas fica com cara de desculpe. E sempre quer que eu corra atrás dele no quintal.
Como todo cachorro, ele late. E late quando está com fome, sede ou se sentindo sozinho. E como é um cachorro grande, late alto. Hoje pela manhã, ele acordou, latiu até eu abrir a porta, dar água comida e brincar um pouco com ele. Então, como todos os dias, eu o prendi.Esqueci de dizer que moro em uma casa, em um bairro até bastante tranquilo e que todos os meus vizinhos, bem quase todos, têm cachorro.
Então aqui começa a nossa estória. Meu vizinho do lado esquerdo, um sehor bastante simpático até,resolveu bater à minha porta. Pediu para flar com meu marido. Uma vista de cortezia? Não. A pessoa que é minha vizinha a onze meses, o tempo que eu moro na casa, bateu para reclamar do cachoro. O cachorro late, o cachorro faz barulho. Veja bem o senhor é novo aqui( novo? depois de onze meses?), então eu resolvi conversar para pensar numa solução.
Depois que ele saiu, fiquei pensando. Moramos nesta casa desde dezembro do ano passado. Nunca um vizinho bateu aqui para perguntar se precisávamos de algo, ou apenas para dar um alô. E da primeira vez foi para dizer que somos novatos e deixar claro que meu cachoor incomoda.
A proposito, meu cachorro é um pitbull.
Escrito por escrito por NaNa às 17h28
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Findo o processo eleitoral, país voltando a normal, acho que podemos começar a fazer algumas reflexões a respeito.A camapanha, morna na maioria das vezes,teve ainda assim alguns momento interessantes. Um deles, talvez um dos mais emblemáticos, foi a fala do ex-presidente FHC, ao dizer que o presidente Lula dividiu o pais em dois, ao comentar o resultado das eleições do primeiro turno em que o presidente reeleito obteve maioria de votos no norte e nordeste, tidos e havidos como redutos do atraso, seara de coroneis, paraiso do analfabetismo politico.
Senhores e senhoras ilustres e outros nem tão ilustres assim, avaliaram os resultados, explicando que o "povo", esta entidade amorfa e sem vontade ou expressão, votava com o bolso, com o estomago, pela esmola do bolsa famila e por aí vai. Ora, então qual é o problema, eu me pergunto? não é assim que votamos todos? De acordo com o próprios interesses e principalmente com o bolso? Não vota com o bolso, e consequentemente com o estomago, o produtor que quer mudança no cambio, desvalorização do real para diminuir os seus custos de produção? Da mesma forma o exportador? Não vota com o bolso o empresário que quer um Estado menos presente no mercado, a não ser que seja para favorece-lo? Não vota com o bolso quem quer impostos baixos (e sejamos sinceros, bom seria imposto nenhum), juros compatíveis? Então onde está o problema?
Acredito que o problema está em reconhecer direitos de opnião a quem muitas vezes nem acreditamos ou sabemos que existe. A enxergar, como diz a música, que existe um mundo fora da sua janela, e que tem planos e adivinha, sua vontade não é igual a deles. Gente que não ouve sua musica, não compra na sua loja porque não se enxerga nela. E que , gostando ou não é bom se acostumar. Vieram para ficar.
Uma grande noite para todos
Escrito por escrito por NaNa às 22h34
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Domingo de Feira
Domingo de e muita secura em Brasilia. Espaços apertados, bancas cheias de ofertas tentadoras, tantas opções. Acompanho a descoberta ansiosa do meu Gabriel, de estande em estande - " Tanta coisa né mãe?" Olho para os lados e penso: São apenas 11 horas, a feira abriu às 10 e já está assim?
Olho para os outra vez, procurando por conhecidos. Dentro de um dos estandes, Quintana me chama. Entro, olho, bato um papo. Ele me mostra seu amigo Érico bem pertinho."Leva hoje"? Levo seu Érico, seu "produto" lá em casa é sempre bem vindo!
Continuo meu caminho, eu, Gabriel e Francisco. Bem acompanhada essa moça.Anjo e santos por guadiões e companhias.Esqueci de dizer que o João tinha ido mais cedo, visitou a feira com a turma da escola.
Seis horas da tarde. Sacolas cheias. Cansados e felizes voltamos para casa.Pergunto para o Gabriel se ele se divertiu. Ele, meio com sono responde que sim.Feira de livro é muito bom.
Escrito por escrito por NaNa às 21h48
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Manifesto pela gentileza
Ao longo deste ano tenho me sentido, como muitas pessoas, uma enorme perplexidade diante dos acontecimentos. Tenho a impressão que, a cada hora, um novo escândalo, uma nova forma requintada e eficiente de causar sofrimento e dor vai ser lançada em nosso rosto.
Observo também, e com muita tristeza, a postura não tenho nada com isso, não posso fazer nada, adotada por um número crescente de individuos. diante deste quadro, passo a me perguntar oque está faltando? Vergonha na cara? Pulso firme das autoridades (sic)?
Penso que o que tem nos faltado é gentileza. Gentileza e compaixão. Compaixão é paixão- com, é algo compartilhado, dividido. Gentileza é aquele sentimento, aquela qualidade que não nos permite dirigir-nos de forma ríspida a alguem. É também o que nos leva a respeitar as leis de transito, essas que a cada dia, se inventam novas maneiras constitucionais de burla-las. É meus amigos, a Gentileza não anda só, seu parceiro mais constante é o Respeito. Respeito pelo sono alheio, pelas vagas preferenciais para idosos e deficientes. Essas dupla também está presente quando ensinamos aos nossoa filhos que eles são importantes, mas não são o centro do mundo, e que tratar a professora, os colegas de clase, os amigos, a babá é que vai transforma-los em pessas especiais e não o fato de ter a mais nova parafernália eletrônica, que eles nem mesmo sabem direito para que serve.
Gentileza é ser e não apenas ter. Gentileza é sorriso farto. É ouvir amigos e desconhecidos. É trtar bem tudo o que nos cerca, e assim, quem sabe, ser feliz.
Escrito por escrito por NaNa às 23h26
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Inventário
A curva do queixo
Ajeitar a alça da blusa (ou do sutiã)
A risada do Biel
“Nana, fala mais devagar”
Os olhos da Bia
Os discos de vinil
O latido do cachorro
“Mãe, a senhora é de morte..”
Os abraços do João
Dormir juntinho
Ah... como é bom...

Escrito por escrito por NaNa às 09h59
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A campanha eleitoral já começou e bloco " Agarre o Planalto" já está nas ruas. O enredo é o de sempre. Me parece que os convidados especiais, aqueles do bloco "Vamos bagunçar o coreto", estão querendo reforços. Como também sou filha de Deus e não perco a chance de dar pitaco, resolvi colaborar. A assessoria é voluntária (hehehe)
Vamos lá: Ideias para mudar o Brasil (e não ria, o negócio é sério)
Primeiro educação. E não apenas a educação formal, do aprender oficios, mas nos educarmos como pessoas. Pensar e colocar em pratica a idéia de pensar qual país e qual sociedade queremos. Aprender a tranformar desejos individuais em demandas coletivas. Segundo, educação. Não adianta aprender a ganhar dinheiro, se não sei o que fazer com ele. Não adiantam escolas ótimas, se não aprendemos a construir um mundo melhor. E quando falo em mundo melhor, estou falando de coisas praticas: aprender a consumir menos, a não disperdiçar recursos, a escolher melhor os candidatos, assumir nossas responsabilidades como cidadãos, não achar que tudo é culpa do governo. terceiro e quarto e sempre educação. Temperada com um pouco de civilidade e solidariedade, que não faz mal a ninguem.
Escrito por escrito por NaNa às 17h00
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A copa do mundo acabou, o Brasil dançou e eu, embora goste muito de futebol, não aguento mais ouvir as justificativas e as teorias conspiratórias para explicar porque perdemos. No entanto, como passei o campeonato inteiro sem escrever uma linha sobre o assunto, e principalmente, porque não tenho mais envolvimento emocional, resolvi escrever.
Pra começar, acho que deviam eleger esta copa como a "Copa da Retranca". Em alguns jogos, parecia até que os times combinavam de não atacar, ou algo com " primeiro eu, depois você". O auge foi o jogo Ucrania x Suiça. Sem comentários. O título de " a copa dos Marrentos", ou do povo que se acha também servia. E antes que alguem comece a desfiar o rosários de lamentações, não estou falando (só) da seleção brasileira. A lista é grande. Vamos começar pelos finalistas. Que o Henry é um bom jogador, tudo bem, mas pra que tanta marra? E o Gatuso? Poderia colocar aí o Balack, o Rooney da Inglaterra. Isso sem falar nos marrentos do banco de reserva. Neste quesito, ninguem supera o Kahn, embora ele tenha tido uma atitude de gente grande, na força que deu pro Lemhan nos penaltis. Bem diferente do Zidane, que deve ter jogado bola a vida toda com gente muito educada e nunca falou palavrão , mas isso assunto pra outro post.Mas insuperável no quesito gente que se acha é aquele Cristiano Ronaldo. O dia em que ele for tão bom de bola o quanto ele pensa que é....
Mas uma coisa que me impressionou de verdade foi ver a quantidade de homem chorando. Só futebol pra fazer isso. Se eles sobessem como ficam mais bonitos....
A Copa da Alemanha também me permitiu exercitar o meu lado mulherzinha. Explico. Sempre detestei e continua detestanto assitir jogo com muita mulher junta. Não tem problema não saber jogar futebol, eu também não sei, não tem problema falr que o Metzelder é gato, mas precisa mesmo do gritinho histérico? Fica parecendo show de cantor breganejo... Então, apesar disso, após aquele desastre contra a França, decidi mudar de atitude e só olhar pras pernas dos caras. Se bem que, com tanto olho bonito na seleção da Itália era até pecado não olhar pro resto.
Mas como tudo passa nessa vida, a Copa também passou. Agora é esperar por 2010, um novo time, renovado etc, etc. etc..
Escrito por escrito por NaNa às 16h02
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Somos todos um bando de insanos
A reclamar do mundo
De Deus e de tudo
Nossos males são grandes é verdade, mas não nos tocam
Sempre acontecem aos outros
As grandes catástrofes, as grandes desgraças
Dessas que medem e moldam o caráter de um povo
Porque a todos tomam de assalto, essas nunca nos atingiram
Nossas desgraças são a miúdo e amiúde
Ocorrem o tempo todo todo e a tanto tempo
Que nem nos mexemos
Aqui e ali alguém acende uma vela
E anima a ir em frente com mais vigor
De resto vamos todos andando, tocados a esmo
E assim levamos
Firmes em Deus, quase nada nos resta
De olho no futuro, pra lá caminhamos
Um dia chega....
Escrito por escrito por NaNa às 06h39
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